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EXPOGRAFIA do CONCURSO do PAVILHÃO BRASILEIRO DUBAI 2020
_Ficha Técnica
Arquitetura: Mario Figueroa, Letícia Tamisari, Julio Gaeta (México) e Luby Springall (México)
Curadoria e conteúdo: Elisabete França, Fernando Brandão
Expografia e conteúdo: Maria Stella Tedesco Bertaso
Identidade Visual: Alexsandro de Souza
Cálculo estrutural : Ricardo Henrique Dias
Sustentabilidade: Paulo Pinheiro, Marina Risse
Eficiência Energética: Fabiano Ferreira, Cynthia Sato Kanashiro
Projeto Audiovisual: Luiz de Franco Neto
Instalação Artística: Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan.
Colaboradores: Jorge torres (México), Oscar Juarez (México), Martin Barroso (México), Lincoln Jyo (china), Jacqueline Chen (China), Ken Mao (China), Renata Fernandes (Brasil), Vitória Paulino Alves (Brasil), Bárbara Ginjas (Brasil), Everton Silva Penariol(Brasil), Thiago Pontes (Brasil), Lucas Zabeu Cunha(Brasil), Juliana Leanza (Brasil).
_Conceito
A partir da formação de um grupo multidisciplinar desenvolvemos a expografia do pavilhão do Brasil para Dubai 2020.
O conceito de arquitetura é um pavilhão inspirado em uma OCA, uma construção coletiva e não setorizada.
A exposição articula um percurso de sentido anti-horário a partir de uma chegada impactante em 3 áreas principais - natureza, diversidade e amanhã. A mostra é centrada na experiência do visitante, na empatia promovida pelo conteúdo apresentado e nas formas de expor.
A circulação dos visitantes se dá por ambientes imersivos, interativos e sensoriais, a partir do uso da arte e das tecnologias atuais de comunicação .
A ambiência é formada por duas cores envoltórias principais aplicadas ao longo do pavimento: o azul marinho no início da jornada e no centro da edificação, e o verde escuro na segunda metade do espaço. A iluminação é desenhada em três instâncias: a luz emitida pelos próprios objetos (projeções e TVs), a luz direcional para os objetos e instalações e a luz genérica iluminando o trajeto e a arquitetura, quando necessário.
O som está presente em todo o local, setorizado de acordo com a área correspondente tomando o espaço ou pontualmente para informações específicas.
EXPOGRAFIA do CONCURSO do PAVILHÃO BRASILEIRO DUBAI 2020
_Ficha Técnica
Arquitetura: Mario Figueroa, Letícia Tamisari, Julio Gaeta (México) e Luby Springall (México)
Curadoria e conteúdo: Elisabete França, Fernando Brandão
Expografia e conteúdo: Maria Stella Tedesco Bertaso
Identidade Visual: Alexsandro de Souza
Cálculo estrutural : Ricardo Henrique Dias
Sustentabilidade: Paulo Pinheiro, Marina Risse
Eficiência Energética: Fabiano Ferreira, Cynthia Sato Kanashiro
Projeto Audiovisual: Luiz de Franco Neto
Instalação Artística: Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan.
Colaboradores: Jorge torres (México), Oscar Juarez (México), Martin Barroso (México), Lincoln Jyo (china), Jacqueline Chen (China), Ken Mao (China), Renata Fernandes (Brasil), Vitória Paulino Alves (Brasil), Bárbara Ginjas (Brasil), Everton Silva Penariol(Brasil), Thiago Pontes (Brasil), Lucas Zabeu Cunha(Brasil), Juliana Leanza (Brasil).
_Conceito
A partir da formação de um grupo multidisciplinar desenvolvemos a expografia do pavilhão do Brasil para Dubai 2020.
O conceito de arquitetura é um pavilhão inspirado em uma OCA, uma construção coletiva e não setorizada.
A exposição articula um percurso de sentido anti-horário a partir de uma chegada impactante em 3 áreas principais - natureza, diversidade e amanhã. A mostra é centrada na experiência do visitante, na empatia promovida pelo conteúdo apresentado e nas formas de expor.
A circulação dos visitantes se dá por ambientes imersivos, interativos e sensoriais, a partir do uso da arte e das tecnologias atuais de comunicação .
A ambiência é formada por duas cores envoltórias principais aplicadas ao longo do pavimento: o azul marinho no início da jornada e no centro da edificação, e o verde escuro na segunda metade do espaço. A iluminação é desenhada em três instâncias: a luz emitida pelos próprios objetos (projeções e TVs), a luz direcional para os objetos e instalações e a luz genérica iluminando o trajeto e a arquitetura, quando necessário.
O som está presente em todo o local, setorizado de acordo com a área correspondente tomando o espaço ou pontualmente para informações específicas.